Com o fim da piracema, a temporada de pesca retorna em fevereiro, impulsionando o mercado de iscas vivas no interior de São Paulo. Em Mirassol, um produtor especializado em minhocas gigantes africanas, que podem chegar a 40 centímetros, vende 700 litros por semana para oito lojas. A criação ocorre em quatro galpões, onde as minhocas são alimentadas com resíduos de cana-de-açúcar. Já em José Bonifácio, um casal que iniciou a criação de lambaris em 2021 vendeu um milhão de iscas entre janeiro e fevereiro. O lambari ‘GG’, de 15 centímetros, é o mais procurado, levando nove meses para se desenvolver. Os peixes são criados em 60 tanques e vendidos por unidade para lojas de São Paulo e Minas Gerais, com preços entre R$ 0,30 e R$ 0,60. A alta demanda reflete a necessidade de reposição semanal em lojas como a de São José do Rio Preto, que busca principalmente minhocas e lambaris, considerados versáteis e eficientes para a pesca.

Perspectiva de Mercado

O mercado de iscas vivas deve continuar aquecido com a temporada de pesca, mas a ausência de empresas listadas no setor limita o impacto direto em ações. Para o Nasdaq Composite, o índice pode enfrentar volatilidade com dados de inflação nos EUA. O ouro tende a se manter estável como porto seguro. O Bitcoin pode oscilar com notícias regulatórias.


Fonte: G1 Economia

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